
Livro indisponível
A TERRA GASTA
A questão do meio ambiente
Célia Cintrão Forghieri
Celso Antônio Pacheco Fiorillo
David Zylberstajn
Doris Ruthi Lewis
Emico Okuno
Inúmeros fatores demonstram o caráter político, econômico e social da problemática ambiental. É imprescindível a inserção dessa problemática no âmbito das ciências humanas, sobretudo sociais. Os temas deste livro são tratados por pesquisadores de diferentes áreas, demonstrando a busca da pretendida inter ou transdisplinaridade que a questão exige.




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A ASSISTÊNCIA SOCIAL BRASILEIRA
Descentralização e municipalização
Aldaíza de Oliveira Sposati
Maria do Carmo Falcão
Este livro pretende colocar ao alcance do público recentes resultados que devem ser vistos como o esforço coletivo de prefeitos, organizações comunitárias, servidores da FLBA, professores da PUC-SP e dos próprios usuários da assistência social que nela colaboram e a quem se destinam esses esforços.

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A REPÚBLICA SEM POVO
Paulo Edgar Almeida Resende
Enraizada nas contradições do Império, a República brasileira, proclamada em 1889, acabou sendo conduzida com ênfase especial na organização federativa. Logo nos primeiros anos se estabelece uma dinâmica estatal cuja prática é orientada em função das diversidades regionais. É assim que a Federação não surge a partir de valores sociais democraticamente legitimados, mas atende a interesses políticos muito específicos, que a história viria a caracterizar como a “marca registrada” da República nascente. Uma República sem povo.

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COMPLEXO AGROINDUSTRIAL E MODERNIZAÇÃO AGRÁRIA
Estudos Rurais
Geraldo Müller
A ideia básica desenvolvida neste livro é a de encarar as atividades agrárias nas relações que elas possuem com a indústria e o comércio. O que, face a visão predominante de examinar a agricultura a partir dela mesma, implica a mudança de unidade de análise. A pergunta básica que é feita nos estudos agrários permanece: como se dá a regulação das atividades agrárias? O que muda é a resposta, segundo o contexto sócio-econômico e político. Uma época de profundas transformações como a nossa desencadeia impactos desnorteadores nos quadros de referência e nos conceitos que os constituem. O que obriga os pesquisadores a lançar mão de termos improvisados, e que não constam no vocabulário nacional, sobretudo no âmbito tecnoeconômico da modernização em andamento. O atual padrão agrário moderno condiciona fortemente as expectativas dos agentes sociais (empresas, grupos governo), constituindo-se em um elemento estrutural do poder na economia e na sociedade, limitando de modo significativo o leque de possibilidades das ações sócio-políticas alternativas. A tendência mais provável é a da intensificação e diversificação deste padrão em suas principais linhas de força, a tecnoprodutiva e financeira.