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LÍNGUA PORTUGUESA
História, perspectivas, ensino
Neusa Barbosa Bastos
A presente coletânea objetiva contribuir para a melhoria da Língua Portuguesa. Visando integrar os colegas de ensino fundamental e médio às pesquisas realizadas na academia, trazemos a esse leitor privilegiado textos dos professores do 6º Congresso Brasileiro de Língua Portuguesa, realizado em 1996.

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A EXPRESSÃO DO TEMPO EM PORTUGUÊS
Rodolfo Ilari
A palavra tempo “aplicada apenas ao mundo”, tratando de durações e de relações de simultaneidade, anterioridade e posteridade, é o tema deste livro, que, com clareza didática, contribui para a compreensão das intrincadas relações linguísticas sob o ponto de vista da localização temporal dos fatos.



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O GOSTO DA GENTE, O GOSTO DAS COISAS
Abordagem semiótica
Eric Landowski
José Luiz Fiorin
O gosto não é uma realidade abstrata que se situa numa esfera intelectual reservada a um pequeno número de especialistas. Ao contrário, ele faz parte dos fenômenos mais óbvios da prática cotidiana. É experimentado, partilhado, discutido por todas as partes – malgrado o conhecido adágio – e dá lugar a classificações, prescrições, julgamentos, confissões e confrontações inesgotáveis, quer se trate do gosto das coisas (do sabor, “bom ou ruim”, delas) quer do gosto (“bom ou mau”) da gente, isto é, dos critérios de avaliação empregados para gostar disso ou daquilo.

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PARA QUE SERVE A ESCRITA?
Maria Inês de Almeida
Ainda assim, escrevemos. Sempre, e cada vez mais, fazendo livros, mesmo agora que os meios audiovisuais, na sua onipresença, garantem às palavras uma comunicabilidade que talvez levasse a prescindir da velha escrita sobre o papel. Mesmo para especialistas, é oportuno observar essa espécie de caleidoscópio, em que diferentes profissões, nos seus variados fazeres escriturais, oferecem uma multiplicidade de pinceladas, capazes, não de responder, mas de provocar perguntas sobre as funções da escrita.

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PRESSÃO AFETIVA & AQUECIMENTO INTELECTUAL
Cartas de Antônio de Alcântara Machado a Prudente de Moraes, neto (1925-1932)
Cecília de Lara
Escritas, em sua maioria, entre 1926 e 1929, essas cartas testemunham anos produtivos da curta trajetória de seu autor como pessoa e como escritor, cobrindo, ainda, boa parte dos anos 1920, período de importância fundamental na definição do modernismo.