Catálogo


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A AGONIA DA IDADE MÉDIA

Jules Michelet
Artemis Albuquerque Coêlho
Plínio Augusto Coêlho

Parte da monumental “História da França”, A agonia da Idade Média é um relato do declínio da cultura medieval e do aparecimento dos sinais do Renascimento francês. Michelet faz da narrativa histórica um exercício de estilo literário.


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A SEMANA DE ARTE MODERNA

Desdobramentos – 1922-1992

Vera Bastazin

Esta obra é um conjunto de ensaios, a propósito dos 70 anos da Semana de 1922. Ao apreciar movimentos registrados ao longo do período, seus autores mostram que o grande evento paulistano não representou o apogeu da arte de vanguarda no Brasil, mas um ponto de partida que possibilitou desdobramentos.


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A SOCIEDADE REFLETIDA

Eric Landowski
Eduardo Brandão

Editada inicialmente por Éditions du Seuil, Paris, esta obra traz uma abordagem sociossemiológica dos fenômenos da comunicação, publicitários, jornalísticos, jurídicos e políticos.


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DA METÁFORA

Sheldon Sacks
Leila Cristina M. Darin

A metáfora é muito mais do que mera figura de linguagem usada pelos poetas ou oradores. Ela muitas vezes ganha o foro de reinterpretação do mundo. Neste volume, encontramos ensaios de estudiosos como Paul Ricoeur, Donald Davidson, W. V. Quine, entre outros, que abordam a metáfora por meio dos prismas da literatura, da psicologia, da antropologia e da lógica.


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ENSAIO DE SEMÂNTICA

Michel Bréal

Os textos de história da linguística ou história da semântica dizem que Bréal fundou a semântica, ou que foi o primeiro a usar o termo semântica. Que sentidos dar a frases que não seja meramente uma informação? É preciso, então, conhecer o que fez Bréal, para não reduzi-lo a essa mera notícia. A tradução do seu Essai de Sémantique atende a essa necessidade, contribuindo para repor à reflexão a questão do sentido e da história.


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FERNANDO PESSOA

Poesia, transgressão, utopia

Fernando Segolin

Sabendo escapar à monotonia nada criativa das leituras psicológicas ou metafísicas, lendo o problema da identidade nos interstícios da criação poética e não nos desvãos da psicologia, Fernando Segolin resgata o poeta em suas várias vozes.


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FILOSOFIA DA ARTE NA ITÁLIA

Hippolyte Taine
Plínio Augusto Coêlho

Partindo do princípio da correspondência exata e necessária entre uma obra e seu meio, o autor traça um panorama da vida italiana no final do século XV e início do XVI e analisa a história da pintura na Itália, nesse período em que surgiram artistas completos: Leonardo da Vinci, Rafael, Michelangelo, Ticiano, entre outros.