Catálogo


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LÍNGUA PORTUGUESA E LUSOFONIA

Neusa Barbosa Bastos

O livro Língua portuguesa e lusofonia – fruto das intervenções realizadas durante o 14º Congresso Brasileiro de Língua Portuguesa e 5º Congresso Internacional de Lusofonia – está dividido em duas partes. Na primeira, existem questões importantíssimas relacionadas à língua portuguesa no que se refere à lusofonia, globalização e políticas linguísticas; à diversidade de registros da língua portuguesa em suas modalidades portuguesa e brasileira; às línguas e sua dimensão política associadas às relações de poder entre elas e, ainda, à cultura e à identidade lusófonas. Na segunda parte, abordam-se vários temas ligados ao ensino de português para nativos e para estrangeiros: gênero, discurso, gramática, descrição da língua portuguesa, cultura, identidade e história da construção da nação brasileira letrada.


Livro indisponível 

POLÍTICA E TEMPO EM GIORGIO AGAMBEN

Jonnefer Barbosa

Política e tempo em Giorgio Agamben pretende estabelecer uma espécie de conversação crítica com o pensamento do filósofo italiano Giorgio Agamben, tendo como questões básicas o problema contemporâneo da política e suas imbricações com o debate sobre o tempo. Um diálogo que pode, não raro, tomar o rumo do acordo, mas também do equívoco. O debate aqui não seguirá, portanto, apenas o ritmo da glosa e da análise, mas da polêmica e da problemática. Se, mesmo com os sobressaltos típicos de uma conversa errática e inconclusa, este livro resultar em “imagens de pensamento” válidas e apropriáveis, seus objetivos não serão de todo inviabilizados.


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PROCESSAMENTO SIMBÓLICO-ARQUETÍPICO

Pesquisa em psicologia analítica

Eloisa M. D. Penna

Em Processamento simbólico-arquetípico: pesquisa em psicologia analítica, Eloisa M. D. Penna audaciosamente propõe um método de pesquisa em psicologia analítica, ensinando-nos a operar as ferramentas que dariam ao trabalho uma marca junguiana. A partir da análise de vários trabalhos de mestrado e doutorado, vai pincelando o que seria um método com características junguianas, com várias etapas, nas quais ressalta: a pesquisa sobre o símbolo, a amplificação simbólica, o aprimoramento da atitude simbólica na relação pesquisador-pesquisado, assim como aponta as implicações éticas da atividade científica em geral e do pesquisador junguiano, em particular. Esse método em pesquisa analítica é denominado, por ela, processamento simbólico-arquetípico.


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PROPRIEDADE INTELECTUAL E DIREITO À INFORMAÇÃO

Ladislau Dowbor
Helio Silva

Antes da informática, a questão era simples: os bens culturais e científicos precisavam de suporte material para serem divulgados, e cobrava-se pelo custo do suporte, não pelo valor eventual dos conteúdos. Com a gratuidade virtual de circulação da economia criativa, as regras do jogo mudam profundamente. Esse amplo debate sobre a propriedade intelectual e o direito à informação precisa voltar a ser orientado por uma visão pragmática, do que melhor funciona para o avanço da ciência, da educação e da economia criativa.
Nesse sentido, a contribuição dessa coletânea é apresentar as possibilidades de se construir uma dinâmica de produção criativa que seja apoiada por mecanismos modernos de comunicação, disponibilização, acesso e remuneração que nos tirem do atraso acumulado. Os artigos ilustram os desafios e trazem visões teóricas e práticas que ajudam na reflexão.


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AGAMBEN, GLISSANT, ZUMTHOR

Voz. Pensamento. Linguagem

Maria Rosa Duarte de Oliveira
Maria José Palo

Agamben, Glissant, Zumthor: Voz. Pensamento. Linguagem ressoa, em seu interior, as vozes que emanam desses três pensadores, unidos em torno de um mesmo desafio: o lugar-não lugar de um pensamento que deve enfrentar o abismo do sentido. Cada um dos artigos reunidos neste livro – que é a concretização de um trabalho dedicado à investigação do fenômeno literário em suas interfaces de narratividade – tem por princípio evidenciar a reflexão desencadeada por um ou outro conceito das obras de Giorgio Agamben, Édouard Glissant ou Paul Zumthor, fazendo deles um nó górdio que atuasse, simultaneamente, em duas direções: para dentro, como princípio unificador, e para fora, disseminando-se em outras derivações conceituais, geradas pelo confronto com formas poéticas, em prosa e/ou verso, trazidas para o campo de reflexão.


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CIDADE E ESPETÁCULO

A cena teatral luso-brasileira contemporânea

Carlos Fortuna
Lucia Maria Machado Bógus
Maria Amélia Jundurian Corá
José Simões de Almeida Junior

Os textos que compõem este livro são apenas pré-textos que convidam a refletir sobre a cidade como eterna representação. Sabemo-lo bem, tal cidade-representação corresponde ao clássico theatron: aquilo que tem de ser visto. Nunca foram outra coisa, as cidades. Umas vezes no seu todo, outras vezes no detalhe dos seus recantos de vida e arquitetura, a cidade é aquilo que merece ser visto. Assim, a cena urbana mistura-se, justapõe-se e confunde-se com a cena teatral. Desdramatiza-se a cidade desse modo, num ato que se desdobra em contínua fabricação de neoteatralidade. A cidade neoteatralizada é a cidade que se descobre e revela e se torna natural a cada momento. Pela mão do teatro, mas pelas suas próprias mãos também. Mostra as disparidades e as caóticas misturas de sentidos de que é feita. Admiração e repulsa, desdém e melancolia. O drama sempre renovado da urbanidade é o theatrum mundi, o palco único, dos nossos dias. Tão brutal naquilo que revela como naquilo que esconde. Luzes, por favor! Nada pode ficar encoberto. Tudo tem de ser revelado, e a cidade tornada mais consciente de si. Mais autorreflexiva.
O teatro da cidade é política e culturalmente capacitante. Amplia e reforça a condição dos sujeitos-atores. Não pode haver cidade sem teatro. Na verdade, toda a cidade é teatro.


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DESIGUALDADE E A QUESTÃO SOCIAL

Lucia Maria Machado Bógus
Maria Carmelita Yazbek
Mariangela Belfiore Wanderley

A questão social, hoje, coloca-se basicamente a partir da produção e distribuição de riquezas. Traduz-se pela erosão dos sistemas de proteção social, pela vulnerabilidade das relações sociais e pelo questionamento da intervenção estatal. Nesse cenário, a controvertida noção de exclusão social protagoniza debates, e seu enfrentamento constitui tema prioritário nas agendas internacionais. Entretanto, os países do bloco não desenvolvido enfrentam um desafio adicional: devem promover as mudanças e administrar os impactos da mundialização, com ética e responsabilidade. De outra forma não haverá como se inserir no processo de modo satisfatório. Nesses países, uma das grandes dificuldades para tal inserção é dada pela exclusão de grandes setores da população de maneira estrutural e como um componente histórico.