Catálogo


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FREI GORGULHO

Um semeador da boa nova

Maria Luiza Guedes

Gilberto da Silva Gorgulho nasceu em 9 de julho de 1933 e faleceu em 2012, perto de completar 80 anos de vida e 55 de sacerdócio. Conhecido como frei Gorgulho, homem de estrutura física e caráter fortes, de semblante sério e altivo, fazia lembrar, algumas vezes, talvez uma metáfora de sua agudeza intelectual, uma águia. Intelectual requintado e, no entanto, homem de hábitos simples, modos de homem do povo do sul de Minas. Com um sorriso nos lábios, não deixava de ser um professor firme de qualidades raras, de uma memória admirável e uma inteligência brilhante. Foi sem sombra de dúvida um dos expoentes da teologia da libertação mais genuína.


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IMPASSES DO NARRADOR E DA NARRATIVA NA CONTEMPORANEIDADE

Maria Rosa Duarte de Oliveira
Maria José Palo

Os dez ensaios reunidos em Impasses do narrador e da narrativa na contemporaneidade gravitam em torno de dois núcleos – “O narrador contemporâneo: faces plurais” e “Iluminações: de um narrador para outros” –, cada um deles apontando para subtemas derivados do tema central: desde os mais amplos, que tomam a problemática de um ponto de vista dominantemente teórico, até aqueles mais específicos, que fazem da focalização em determinada narrativa contemporânea o palco para iluminar estratégias de outros possíveis narradores.


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LÍNGUA PORTUGUESA E LUSOFONIA

História, cultura e sociedade

Neusa Barbosa Bastos

Preservar a língua é preservar a cultura, preservar uma polifonia, a partir das vozes das diversas instituições que falam por meio de discursos de sujeitos com os quais se passa a “conviver”; o angolano, o brasileiro, o moçambicano, o português se tornam um mosaico de vozes que interagem no mundo globalizado, buscando preservar as identidades e as diferenças, não as anulando pela imposição da cultura do mais forte.


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MAURICIO TRAGTENBERG

Autogestão social e pedagógica

Antonio José Romera Valverde
Rodolfo Machado

Mauricio Tragtenberg nasceu durante a crise mundial do capitalismo de 1929, em 4 de novembro, na cidade de Erexim/RS, e faleceu em 16 de novembro de 1998, aos 69 anos. Passados 18 anos de sua ausência-presença encantada, os legados intelectuais e afetivos permanecem: inteligência sempre demonstrada na rapidez de raciocínio lúcido e perspectivo; análises críticas profundas; ironia; irreverência diante dos fisiologismos políticos e acadêmicos e, sobretudo, perspicácia na labuta diária do milenar exercício do


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MEMÓRIAS DA IGREJA DE SÃO PAULO

Homenagem ao Cardeal Dom Paulo Evaristo Arns, Arcebispo emérito de São Paulo, no seu jubileu áureo episcopal, 1966-2016

Valeriano dos Santos Costa

Há excelentes publicações sobre a atuação de Dom Paulo Evaristo Arns nos anos de ditadura militar no Brasil. Este livro, no entanto, focaliza Dom Paulo como frei, bispo, arcebispo, cardeal e Grão-Chanceler da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Os textos mostram que Dom Paulo também “alimentou-se” dos Evangelhos, mantendo sempre uma fé inabalável em Jesus Cristo. Ler Memórias da Igreja de São Paulo recupera, para muitos leitores, uma história de vida em parte conhecida e, para outros que não o conheceram, permite descobrir um homem que dedicou anos de sua vida à cidade de São Paulo, com gestos de amor pelas pessoas, em busca de viver como São Francisco viveu.


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MISERICÓRDIA E VIDA ACADÊMICA

Jarbas Vargas Nascimento

Em 11 de abril de 2015, o Papa Francisco anunciou a toda a Igreja, Comunidade de Fé, o Ano Extraordinário da Misericórdia, convocando os católicos do mundo inteiro a serem misericordiosos como o Pai. A decisão de refletir sobre a Bula papal moveu os professores, autores deste livro, a buscarem fundamentos nesse documento, que mobiliza, em seu corpo, uma série de orientações, que consideramos indicadoras das ações que podem integrar a misericórdia às atividades acadêmico-pedagógicas na Universidade. De modo prático, podemos dizer que falar de misericórdia, no espaço acadêmico, requer que se fale do caminho que une Deus e o homem, porque nos abre o coração à esperança de sermos amados para sempre, apesar da limitação do nosso pecado.


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NADIR GOUVÊA KFOURI

Uma mulher à frente de seu tempo

Mariangela Belfiore Wanderley
Maria Carmelita Yazbek

A vida de Nadir Gouvêa Kfouri - a primeira mulher no mundo a ser reitora de uma universidade católica - se entrelaça à história do Serviço Social e da educação superior de nosso país. Dona Nadir, como era carinhosamente chamada por seus alunos, nasceu em Avaré em 19 de dezembro de 1913, numa família de origem libanesa de seis filhos, e faleceu com a idade de 97 anos, no dia 13 de setembro de 2011. Como educadora participou da formação de grande parte dos professores de Serviço Social que hoje ainda integra o corpo docente da PUC-SP. A grande lição que deixou a todos foi sua própria vida dotada do sentido do trabalho educativo, da justiça e da democracia. Mulher de vontade, que amou a juventude buscando entender suas aspirações.